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Também fui, mas em 1985
O ‘maior festival de rock do mundo’, como se anunciava, foi alvo também dessa polêmica: ou se era contra ou a favor, ou se gostava de samba ou de rock
O ‘maior festival de rock do mundo’, como se anunciava, foi alvo também dessa polêmica: ou se era contra ou a favor, ou se gostava de samba ou de rock
A situação brasileira é tão complicada que é possível surgirem as soluções mais estapafúrdias diante da evidência de que a cada dia este governo perde um pouco sua capacidade de atuar, o que poderia ser chamado de governança, já que governabilidade ainda existe pois não foi dissolvida formalmente a base aliada que comanda os ministérios e órgãos públicos.
No ciclo de conferências “Os críticos pelos críticos”, promovido pela Academia Brasileira de Letras, lançamos luz sobre o percurso da crítica literária, desde a concepção antiga – a crítica como instância situada nos quadros da gramática, da retórica e da poética – à reconcepção moderna, como o sistema de saber sobre a Literatura.
O assunto é guerra. Alguma coisa está para acontecer, as coordenadas estão aí, prontas, esperando apenas a fagulha que pode ser casual ou proposital. Os países ocidentais, principalmente os chamados países em desenvolvimento (como o Brasil), jamais terão vez na atual distribuição de mercados e centros de poder.
Se Lula desconfiava, conforme relatos, de que o objetivo final da Operação Lava-Jato é ele, ontem deve ter tido certeza disso. Nunca a Operação Lava-Jato chegou tão perto dele, por enquanto apenas na retórica de seus procuradores ou do próprio Juiz Sérgio Moro, mas com ações que se aproximam cada vez mais de denúncias que envolvem diretamente Lula no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras.
O plano apresentado pelo Governo prevê que a metade do esforço de ajuste de R$ 66 bilhões virá de um imposto que o próprio Governo, há duas semanas, dizia descartar, por ser rejeitado pelo país. E projetos de reformas estruturais, como a da Previdência, ficam apenas como promessas de longo prazo.
Contestar as trapalhadas dos governantes que nos levaram a este atual estado é uma forma de amar o Brasil.
A CPMF vai mesmo voltar? E a inflação vai ser de quanto? E o desemprego? E o custo de vida? O pacto de ajuste vai resolver a crise fiscal, a recessão?
Ao insinuar que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir o financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas é baseada em cláusulas pétreas da Constituição e, por isso, não pode ser alterada por uma emenda constitucional do Congresso, o presidente do STF Ricardo Lewandowski colocou mais lenha na fogueira da disputa entre Legislativo e Judiciário.
São tantas as homenagens que a Academia Brasileira de Letras presta à literatura, na esteira da sua incansável missão de prestigiá-la, que teria de chegar o momento de focalizar enfaticamente o papel desempenhado pelos críticos, categoria nem sempre muito bem compreendida.
A formalização da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) da proibição de financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas causou um impacto no mundo político poucas vezes visto. "E agora, como fica?", perguntou por WhatsApp o prefeito do Rio Eduardo Paes ao relator do projeto da Câmara, deputado Rodrigo Maia. A resposta: " Agora, pergunta ao Renan".
Deparamos, desde a aparição do Isis, uma mudança, sem volta, da noção da convivência que pede a humanidade contemporânea.
Foi uma sessão extremamente alegre e caracterizada pela fala predominante sobre a vida desportiva de alguns imortais. O Acadêmico Marcos Vilaça teve a delicadeza de se referir ao passado de atleta do seu confrade Arnaldo Niskier. Citou suas 56 medalhas, conquistadas como nadador e jogador de basquetebol e futebol, defendendo as cores do América e do Clube Municipal. Por este chegou ao título carioca de basquetebol da Segunda Divisão, no ano de 1957.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tem recomendado paciência ao PSDB, considerando que a crise ainda se agravará, criando as condições políticas para que o processo tenha um fim, seja pelo impeachment ou mesmo pela renúncia da presidente, sem que possa ser acusado de "golpe" pelos petistas.
Ao mesmo tempo em que parece ter recuperado a capacidade de iniciativa, o governo da presidente Dilma colocou-se em posição de risco extremo ao enviar ao Congresso um pacote de ajuste fiscal que se choca com suas bases populares e ao mesmo tempo atinge em cheio a classe média e o setor produtivo, com a criação de novos impostos, sobretudo a CPMF, que ressurge das próprias cinzas apenas quinze dias depois de ter sido abandonada por inviável pelo próprio governo.