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Artigos

  • Coerção ou convencimento?

    O Globo, em 14/11/2018

    O “presidencialismo de coerção”, como está sendo chamada em Brasília a suposta maneira Bolsonaro de governar, pressupõe uma ação deliberada do governo de pressão sobre os diversos grupos políticos e sociais que se colocarem em oposição às propostas que pretenda aprovar no Congresso.

  • Calma, gente

    O Globo, em 14/11/2018

    Bem que Ancelmo Gois está tentando acalmar os ânimos, fazendo o que pode em favor da paz, mas o seu bordão, apesar de muito popular, é de pouco efeito prático: as pessoas parecem querer tudo, menos calma. A prova é que a campanha eleitoral continua no que ela tinha de pior: a animosidade, a intolerância, o ódio de parte a parte, acrescida de novos ingredientes, represália, vingança, desforra.

  • Novo jeito de governar

    O Globo, em 13/11/2018

    Ao confirmar a nomeação de Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, para presidir o BNDES, o presidente eleito Jair Bolsonaro ratificou a decisão de delegar aos ministros, especialmente aos dois superministros, Paulo Guedes da Economia e Sérgio Moro da Justiça, a escolha de seus principais assessores, de porteira fechada como se diz na política de Brasília, mas sem interferências políticas.

  • Nem por decreto

    O Globo, em 12/11/2018

    A sociedade brasileira é conservadora, afirma-se à boca pequena, e a prova seria a eleição de Bolsonaro, que nunca escondeu sua ojeriza às liberdades no campo das escolhas de vida.

  • O PSDB no divã

    O Globo, em 11/11/2018

    Há duas semanas os líderes do PSDB têm em mãos um diagnóstico sobre o que provocou sua derrota, e o que fazer para dar a volta por cima depois da eleição geral deste ano que provocou uma ruptura do sistema político-partidário como nós o conhecemos há 25 anos pelo menos.

  • A conta chegou

    O Globo, em 10/11/2018

    A primeira-dama Ruth Cardoso, a propósito do acordo político fechado por seu marido Fernando Henrique com o Partido da Frente Liberal, hoje Democratas (DEM), disse uma frase que ficou célebre: “O meu PFL não é o mesmo do Antonio Carlos”, referindo-se ao então governador da Bahia.

  • O novo contra o velho

    O Globo, em 09/11/2018

    O cientista politico Antonio Gramsci, fundador do Partido Comunista Italiano, cunhou uma frase que pode bem definir o momento que estamos vivendo: “ O velho resiste em morrer, e o novo não consegue nascer”.

  • Se Deus quiser

    O Globo, em 09/11/2018

    Uma leitora escreveu para o jornal reclamando que “tem uma turma implicando com a religiosidade de Bolsonaro”. 

  • Virando a página

    O Globo, em 08/11/2018

    O primeiro a sacar que o ano de 1968 terminou no Brasil no seu cinqüentenário foi Elio Gaspari. “(...) Nesta, (eleição) derrubou peças de dominó. (...) Talvez o ano de 1968 tenha terminado no Brasil durante seu cinquentenário. (A bandeira “Seja Marginal, Seja herói”, de Hélio Oiticica, é de 68.)”.

  • O Novo Governo e a educação

    Tribuna de Petrópolis , em 08/11/2018

    Jair Bolsonaro, o candidato do PSL - Partido Social Liberal, foi eleito o novo presidente do Brasil, e no discurso que fez, no anúncio de sua vitória, prometeu transformar o Brasil em uma grande, livre e próspera nação, “reduzindo a sua estrutura e a burocracia, cortando desperdícios e privilégios, para que as pessoas possam dar muitos passos à frente”. 

  • Discutir a relação

    O Globo, em 07/11/2018

    A relação do futuro governo Bolsonaro com o Congresso promete ser conflituosa, a depender das declarações de assessores do círculo próximo ao presidente eleito.

  • Questão de imagem

    O Globo, em 06/11/2018

    É preocupante o rumo que Jair Bolsonaro parece querer imprimir à política externa, que poderá pôr em risco a credibilidade das instituições brasileiras e promover a importação de ódios e terrorismo, em vez de exportar concórdia, resultante do convívio harmônico entre judeus e árabes, de que o país é exemplo.

  • Separação de Poderes

    O Globo, em 04/11/2018

    O debate sobre a nomeação do juiz Sérgio Moro para o ministério da Justiça com superpoderes no governo Bolsonaro levantou pontos relevantes sobre a relação entre os Poderes da República, e o exercício da política para além do jogo partidário.

  • O mesmo erro

    O Globo, em 03/11/2018

    A última vez que isso aconteceu foi em 2003, quando houve uma troca de guarda na política brasileira, saindo o PSDB que governara o país por 8 anos, chegando o PT.

  • Um Plano Real contra corrupção

    O Globo, em 02/11/2018

    A nomeação do juiz Sérgio Moro para um ministério da Justiça ampliado, que tratará também da segurança e dos crimes financeiros, foi uma iniciativa meritória do presidente eleito Jair Bolsonaro, além de movimento político certeiro.