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Acadêmico Merval Pereira coordena na ABL o Seminário ‘Brasil, brasis’ de maio 2018 intitulado ‘As riquezas do Brasil’

A Academia Brasileira de Letras abriu sua série de Seminários “Brasil, brasis” de 2018 com o tema As riquezas do Brasil, sob coordenação do Acadêmico e jornalista Merval Pereira (oitavo ocupante da cadeira 31, eleito em 2 de junho de 2011) e as participações do economista Gustavo Franco e do cientista político Jorge Caldeira. O coordenador-geral dos Seminários “Brasil, brasis” de 2018 é o Acadêmico e professor Domício Proença Filho.

O Seminário Brasil, brasis, com entrada franca e transmissão ao vivo pelo Portal da ABL, tem patrocínio do Bradesco.

OS CONVIDADOS

Bacharel (1979) e mestre (1982) em economia pela PUC do Rio de Janeiro e PhD (1986) pela Universidade de Harvard, Gustavo H. B. Franco é professor da PUC desde 1986 e está entre os mais importantes e influentes economistas do país.

Franco começou sua carreira no setor público em maio de 1993, como Secretário Adjunto de Política Econômica quando Fernando Henrique Cardoso assumiu o Ministério da Fazenda. Foi presidente do Banco Central do Brasil, e também diretor da Área Internacional do Banco Central entre 1993 e 1999.

O mais jovem entre os presidentes do Banco Central no período democrático, Franco presidiu a instituição em 1998, quando se observou a menor taxa de inflação de todo o período de existência do Banco Central: 1,6% ao ano de acordo com o IPCA. Teve participação central na formulação e condução do Plano Real, bem como nos debates associados à estabilização e às reformas que se seguiram.

Depois de deixar o Banco Central em 1999, fundou a Rio Bravo Investimentos, instituição líder em investimentos alternativos no Brasil, desde 2016 associada à Fosun, um dos mais destacados grupos privados chineses. Participa e participou de diversos conselhos consultivos e de administração. É autor ou organizador de dezoito livros, não apenas sobre economia, mas também sobre temas históricos e aspectos da obra de Machado de Assis, Fernando Pessoa, Goethe e Shakespeare.

Escreve regularmente para jornais e revistas desde 1988, em veículos como o Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo, Veja e Época. Hoje, é colunista do Globo e do Estado de S. Paulo.

Doutor em Ciência Política, mestre em Sociologia e bacharel em Ciências Sociais (FFLCH–USP), Jorge Caldeira é escritor, sócio-fundador da Mameluco Edições e Produções Culturais e possui ampla experiência profissional na área jornalística e editorial. Foi publisher da revista Bravo!, consultor do projeto “Brasil 500 Anos”, da Rede Globo de televisão, editor-executivo da revista Exame, editor da Ilustrada e da Revista da Folha, do jornal Folha de S. Paulo, editor de economia da revista Isto É e editor da Revista do Cebrap.

Jorge Caldeira é autor de Noel Rosa, de costas para o mar (Brasiliense), Mauá, empresário do Império (Companhia das Letras), Viagem pela história do Brasil (Companhia das Letras), A nação mercantilista (Editora 34), Ronaldo: glória e drama no futebol globalizado (Editora 34), O banqueiro do sertão (Mameluco), A construção do samba (Mameluco) e História do Brasil com empreendedores (Mameluco), além de organizar Brasil, a história contada por quem viu (Mameluco) e dos volumes Diogo Antonio Feijó e José Bonifácio, que integram a Coleção Formadores do Brasil (Editora 34). Escreveu, ainda, Júlio Mesquita e seu tempo (Mameluco), Nem Céu Nem Inferno (Três Estrelas), 101 Brasileiros que fizeram História (Estação Brasil), e História da Riqueza no Brasil (Estação Brasil). Caldeira ocupa a cadeira nº 18 da Academia Paulista de Letras.

15/05/2018

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