Perda de tempo
O presidente dos Estados Unidos parece ter esquecido, ou não se dá conta, de que sem uma democracia estabelecida é difícil, quase impossível, fazer negócios que exigem muitos investimentos de longo prazo.
O presidente dos Estados Unidos parece ter esquecido, ou não se dá conta, de que sem uma democracia estabelecida é difícil, quase impossível, fazer negócios que exigem muitos investimentos de longo prazo.
A única arma que um país como o Brasil, ou outros da América Latina, tem contra a invasão é o Direito Internacional.
Esquerda e direita se debatem em incoerências porque não conseguem ver de forma holística a geopolítica mundial
Nunca houve uma relação oficial tão explícita com o petróleo como a alegada por Trump para a intervenção militar na Venezuela.
Já estivemos recentemente perto da mudança efetiva em vários momentos, mas os retrocessos sempre vêm a favor da manutenção da situação anterior
Os “deuses” do Olimpo jurídico manobram para que ninguém, ou nenhuma instituição, possa limitar seus poderes.
Se os cidadãos perderem a confiança nos ministros do Supremo, a democracia estará em dificuldades. A credibilidade já ficara arranhada no caso da Operação Lava-Jato.
O que seria adaptar à cultura nacional as rígidas regras de conduta dos magistrados das Supremas Cortes da Alemanha ou dos Estados Unidos, como sugere um ministro brasileiro? Levar o jeitinho brasileiro na avaliação do que pode ou não pode?
Se os ministros, principalmente Moraes, têm como provar que as denúncias não são verdadeiras, precisam fazê-lo de maneira cabal.
Ninguém duvida ou acha esquisito que o ministro Alexandre de Moraes se reúna com o presidente do Banco Central para tratar da lei Magnitsky.
Lula alerta que uma intervenção armada dos EUA na Venezuela seria “uma catástrofe humanitária” e um “precedente perigoso para o mundo”.
Quem determinará a vitória, como aconteceu em 2022, será o eleitorado de centro-direita ou centro-esquerda
O que parecia ser uma solução negociada com todas as partes agora está sob perigo.
Ministro do STF viajar de jatinho particular de empresário com advogado de banqueiro corrupto é uma versão moderna dos favores dos senhores de engenho.
De que vale o Supremo Tribunal Federal (STF) ter sido guardião da democracia quando da tentativa de golpe, se os réus condenados nos julgamentos não terão a punição devida?