A escatologia como método
Temos certa tradição de ferir o que o ex-presidente José Sarney chamava de “liturgia do cargo” com palavras que não deveriam estar na boca dos presidentes.
Temos certa tradição de ferir o que o ex-presidente José Sarney chamava de “liturgia do cargo” com palavras que não deveriam estar na boca dos presidentes.
Com a possibilidade de Tarcísio ficar oito anos à frente do governo, dificilmente os Bolsonaros terão papel relevante no jogo político
Bolsonaro teme que Tarcísio não seja tão fiel quanto precisa que seja, que faça composições que não lhe agradem
As milícias armadas pelo chavismo/madurismo espalham terror pelas ruas na Venezuela, e a insegurança jurídica impede que se faça um planejamento de longo prazo para o país.
O presidente dos Estados Unidos parece ter esquecido, ou não se dá conta, de que sem uma democracia estabelecida é difícil, quase impossível, fazer negócios que exigem muitos investimentos de longo prazo.
A única arma que um país como o Brasil, ou outros da América Latina, tem contra a invasão é o Direito Internacional.
Esquerda e direita se debatem em incoerências porque não conseguem ver de forma holística a geopolítica mundial
Nunca houve uma relação oficial tão explícita com o petróleo como a alegada por Trump para a intervenção militar na Venezuela.
Já estivemos recentemente perto da mudança efetiva em vários momentos, mas os retrocessos sempre vêm a favor da manutenção da situação anterior
Os “deuses” do Olimpo jurídico manobram para que ninguém, ou nenhuma instituição, possa limitar seus poderes.
Se os cidadãos perderem a confiança nos ministros do Supremo, a democracia estará em dificuldades. A credibilidade já ficara arranhada no caso da Operação Lava-Jato.
O que seria adaptar à cultura nacional as rígidas regras de conduta dos magistrados das Supremas Cortes da Alemanha ou dos Estados Unidos, como sugere um ministro brasileiro? Levar o jeitinho brasileiro na avaliação do que pode ou não pode?
Se os ministros, principalmente Moraes, têm como provar que as denúncias não são verdadeiras, precisam fazê-lo de maneira cabal.
Ninguém duvida ou acha esquisito que o ministro Alexandre de Moraes se reúna com o presidente do Banco Central para tratar da lei Magnitsky.