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Artigos

  • Alma do Mundo: Leonardo 500 Anos

    Jornal de Letras de Lisboa, em 13/03/2020

    O espírito de Leonardo não perdeu um milímetro de sua juventude. Coincide com o sorriso de Mona Lisa, intenso e tangível, radiante e fugidio. Inovador. Leonardo institui uma abordagem ampla e integral do saber, sem fratura ou cicatriz, livre de importunas fronteiras e clivagens. 

  • O que Devo a Ubiratan

    Comunità Italiana, em 23/01/2020

    Agradam-me as memórias híbridas de Ubiratan D’Ambrósio. Não havendo narrador onisciente ou, no caso das memórias, editor/revisor, inclinado à ficção da matéria rediviva, despontam várias formas de entrar e sair.

  • Kova’e Oopy

    Comunità Italiana, em 26/12/2019

    O ano de 2019 semeou não pequenas surpresas. Diria ter sido aquela montanha russa do antigo parque de diversões.

  • O negro na ABL

    O Globo, em 07/07/2019

    A propósito da entrega, pela Faculdade Zumbi dos Palmares, da foto de Machado de Assis negro, “o Machado real”, ao presidente da Academia Brasileira de Letras (ABL), Marco Lucchesi, que foi tema de reportagem do “The New York Times” e de diversos jornais na América Latina, travou-se, em reunião plenária recente, uma bela discussão sobre a presença do negro na ABL.

  • Crônicas filosóficas

    Comunità Italiana, em 19/06/2019

    O meu afeto e admiração por Tarcísio Padilha não conhecem limites. Fiquei fascinado quando me deparei, já se vão muitos anos, com a tese original que dedicou a Louis Lavelle.

  • Desmonte!

    O Globo, em 12/05/2019

    Escrevo, hoje, em primeira pessoa, apenas e tão somente, na qualidade de professor titular da UFRJ. Não falo senão por mim mesmo, com as cordas vocais que me constituem.

  • A um amigo japonês

    Comunità Italiana, em 24/04/2019

    Os meus cumprimentos nesse princípio de outono, sob uma luz intensa e nítida, que é como devem começar as cartas nipônicas, marcadas pela estação do ano. 

  • Al-Maʿarrī: Vestígios

    Comunità Italiana, em 22/01/2019

    Tais vestígios foram coletados em 1999 na poesia de Abū al-ʿAlāʾ al-Maʿarrī (973 a 1057), entre Aleppo e Damasco, revistos em 2011, no Rio...

  • Eros e Psiché

    Comunità Italiana, em 16/11/2018

    Sete degraus sempre a desceré um livro de alta poesia. Alta, porque levada ao descenso, ensaio de ousadia, pacto de sangue dos happy few. A viagem de Alceste e Orfeu pertinaz, solitária, ao longo de uma incontornável cerimônia de adeus..

  • Brilham sinais

    Comunità Italiana, em 23/10/2018

    Manuel Bandeira foi quem melhor situou os escritos de Portinari. Não reduziu os poemas a meros satélites de sua obra principal. Antes, fixou passagens de alta densidade lírica, reconhecendo-lhe uma legítima herança memorial do Brasil: nos temas da infância que unem o menino impossível, de Jorge de Lima, ao menino de engenho, de José Lins do Rego...

  • Uma Voz Límpida

    Comunità Italiana, em 20/09/2018

    A edição da poesia escolhida de Vera Duarte Pina não podia ser mais tempestiva. Primeiro porque recolhe, na forma de arquipélago, as partes dispersas das ilhas de Cabo Verde, apontando para um sentido de unidade, um rosto, com o desenho de suas próprias mãos. 

  • Hélio Jaguaribe

    Portal da ABL, em 13/09/2018

    Estamos aqui reunidos, nesta cerimônia de adeus, pela soma das virtudes que formaram seu espírito intrépido e generoso. 

  • Saudades de Jorge

    Comunità Italiana, em 16/08/2018

    Jorge: monge beneditino, no coração da pós-modernidade, cujo incenso, na liturgia da palavra, era o cachimbo, ceci n’est pas une pipe, que compunha ao seu redor uma densa névoa...

  • Infância de Poeta

    O Globo, em 31/07/2018

    O mundo como espanto e admiração é a nossa primeira experiência com o ambiente que nos cerca. A voz da mãe, tão viva e contundente na memória ilumina partes secretas do labirinto de que somos feitos. Uma fina membrana nos separa da vida. Agrega e separa, como um sonho fugaz.

  • Impunidade

    O Globo, em 04/07/2018

    Pesa um esquálido silêncio no coração do Rio. Nenhum sinal dos assassinos de Anderson e Marielle.  Um silêncio corrosivo tornou infinito o labirinto da investigação. Houve quem tentasse incriminar a vítima, talvez para emprestar algum lastro aos mandantes. A iniquidade desferiu um tiro na memória ao buscar uma segunda morte, como se não bastasse a primeira, para depois enredar-se num mutismo mafioso.