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Artigos

  • Haia 110 anos

    Estadão, em 17/09/2017

    A conferência de 1907 é um antecedente importante das posições multilaterais do Brasil.

  • Pactos e pactos

    O Globo, em 29/08/2017

    No dia 25 de agosto de 1992, portanto há 25 anos, alguns dos ministros do governo do então presidente Fernando Collor, entre eles Marcílio Marques Moreira (Economia, Fazenda e Planejamento), Celso Lafer (Relações Exteriores), Célio Borja (Justiça) e Jorge Bornhausen (Governo) emitiram um comunicado em defesa da governabilidade, comprometendo-se a permanecer em seus cargos até o fim do eventual processo de impeachment.

  • Trump

    O Estado de São Paulo, em 18/03/2017

    Um ponto fora da curva da tradição política americana recente.

  • Sincronia entre o falar e o agir

    O Globo, em 07/10/2016

    Agir no espaço público tem tanto o componente de começar, guiar, quanto o de pôr em movimento e, como ensina Hannah Arendt, nenhuma outra atividade humana precisa tanto da palavra quanto a ação política. Dr. Ulysses sabia conjugar palavra e ação. Por isso foi capaz de mobilizar o agir conjunto gerador do poder de guiar e de pôr em movimento mudanças e transformações que tiveram um impacto decisivo na vida do país.
     

  • Dr. Ulysses, a dignidade da política

    Folha de São Paulo, em 18/09/2016

    Este 6 de outubro assinala o centenário do nascimento de Ulysses Guimarães. É um momento apropriado para celebrar sua trajetória, 24 anos após sua morte, em 12/10/1992, em trágico acidente de helicóptero. Seu corpo desapareceu no mar, de que tanto gostava. Por isso ele, que estimava a poesia desde os tempos de aluno da Faculdade de Direito da USP, apreciaria a lembrança dos versos de Cecilia Meirelles: “Para adiante! Pelo mar largo!/ Livrando o corpo da lição frágil da areia!/ Ao mar! – Disciplina humana para a empresa da vida!”.

  • Biografias – a decisão do STF

    Estadão, em 20/07/2015

    A Academia Brasileira de Letras (ABL) realizou mesa-redonda voltada para celebrar a decisão do Supremo tribunal Federal (STF) que afastou a exigência, contemplada no Código Civil, da autorização prévia de um biografado para a elaboração e a publicação de sua biografia.

  • Um mundo perigoso e instável

    Estado de São Paulo, em 06/04/2015

    Do pós-2.ª Guerra Mundial à queda do Muro de Berlim, o mundo configurado pela "guerra fria" era perigoso, mas relativamente estável. A relativa estabilidade derivava de certas normas formais e informais da bipolaridade razoavelmente aceitas. É o que explica a conhecida formulação de Raymond Aron sobre a dinâmica da ordem mundial nesse período: paz impossível/guerra improvável.

     

  • A USP, aos 80

    O Estado de S. Paulo, em 16/11/2014

    A celebração dos 80 anos da Universidade de São Paulo (USP) é um bom momento para ir além das discussões de farol baixo sobre suas dificuldades e refletir na perspectiva do farol alto sobre suas realizações e o que representam para São Paulo e para o Brasil.

  • Para mudar o software

    O Globo, em 24/10/2014

    No século XVIII, o relógio tornou-se paradigma de organização do Estado, tomando o lugar de metáforas mais singelas do poder político, como a do pastor ou a do timoneiro. Representava a ideia de uma máquina apta a organizar a vida da comunidade política com as virtudes da regularidade, cabendo ao governante apenas zelar pelo seu contínuo funcionamento.

  • A peculiaridade da autonomia da Fapesp

    O Estado de S. Paulo, em 17/08/2014

    Nesta semana, como uma prática regular, hoje contemplada pela Constituição paulista, irei, na condição de presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, à Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa para a prestação anual de contas do trabalho realizado pela Fapesp. Pretendo destacar como os resultados da atuação da instituição têm a sua base nos instrumentos legais que regem a sua governança, para as quais o Legislativo deu constitutiva colaboração em fecunda interação com o Executivo e a comunidade acadêmica.

  • Violência

    O Estado de S. Paulo, em 20/10/2013

    O século 20, que se prolonga no 21, foi qualificado como era dos extremos. Uma característica do seu extremismo é a generalizada presença e a propagação da violência, cujos efeitos visualizamos no impacto de sua repercussão globalmente difundida pelos meios de comunicação e multiplicada pelo efeito irradiador da era digital. Confrontamo-nos com a onipresença da violência ao tomar conhecimento do que se passa em escala larga e letal na Síria ou, de modo mais circunscrito, com os black blocs, que a inseriram em manifestações de rua até então pacíficas em cidades do Brasil, este ano.

  • JK e o exílio

    O Estado de São Paulo, em 18/12/2011

    O prepotente arbítrio do regime autoritário implantado em nosso país em 1964 obrigou Juscelino Kubitschek a trilhar o caminho do exílio. Esse período da sua vida é menos conhecido, pois o foco generalizado das lembranças da sua trajetória são, muito compreensivelmente, os "anos dourados" da sua Presidência (1956-1961), na qual soube combinar democracia e desenvolvimento, descortinando, de maneira duradoura, novos horizontes para o País.

  • Comércio e finanças na economia internacional

    Jornal do Commercio (RJ), em 16/10/2011

    O comércio e as finanças são os dois pilares da economia globalizada, dentro da qual estamos todos inseridos. Têm regimes internacionais distintos (OMC e FMI), que são, no entanto, interdependentes, como indica a discussão sobre os desalinhamentos cambiais e seu impacto no comércio exterior. Por causa da amplitude da crise financeira e das dificuldades da negociação da Rodada Doha, inseriu-se também na pauta internacional, com renovada intensidade, o tema do déficit da governança prevalecente na economia mundial. Disso se vem ocupando o G-20.