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Artigos

  • A vaca e o brejo

    O Globo, em 19/09/2014

    Como não existe almoço de graça, a conta começou a chegar. O resultado da Pesquisa Nacional de Amostragem de Domicílios (PNAD) referente a 2013 mostra  aumento da desigualdade de renda, que  estava estagnada em 2011 e 2012, e aumento do desemprego no país, o que não acontecia desde 2009.

  • De volta ao jogo

    O Globo, em 18/09/2014

    A campanha do candidato do PSDB Aécio Neves vive um momento de euforia contida, “muito pé no chão, muito focada”, na definição de um assessor próximo ao candidato. De volta ao jogo, com planos de atacar a candidata do PSB para recuperar o lugar no segundo turno, a avaliação é que quando começou o fenômeno Marina, houve uma demora de duas semanas para parar de cair, que era a primeira providência para reverter o quadro. Esse intervalo deu margem a diversos boatos, todos indicando que Aécio poderia até desistir de concorrer.

  • Rodada ruim para Dilma

    O Globo, em 17/09/2014

    A nova pesquisa do Ibope divulgada ontem pelo Jornal Nacional e pelo Estado de S. Paulo só trouxe notícias ruins para a presidente Dilma Rousseff, e notícias boas para Marina e Aécio Neves, mais para ela do que para ele. A estratégia de atacar Marina sem dó nem piedade parece que passou do ponto, e reverteu contra a própria candidata à reeleição, que caiu além da margem de erro.

  • A mais difícil

    O Globo, em 16/09/2014

    A 19 dias do primeiro turno, tudo indica que o PT terá a eleição mais difícil desde 2006, quando surpreendentemente o candidato do PSDB Geraldo Alckmin teve uma votação não prevista pelas diversas pesquisas. Recebeu no primeiro turno 41,5% dos votos válidos, contra 48,5% de Lula. Pesquisa Datafolha previa uma situação próxima do empate técnico no início do segundo turno: Lula tinha 49%, contra 44% de Alckmin. Depois de uma campanha desastrosa no segundo turno, quando caiu na armadilha petista sobre privatizações e fantasiou-se com os logos das estatais para mostrar quão estatizante era, Alckmin foi menos votado do que no primeiro turno e terminou a eleição com 39% dos votos.

  • O medo como método

    O Globo, em 14/09/2014

    O sociólogo Manuel Castells, um dos maiores especialistas em redes sociais, diz que o medo é a emoção primária fundamental, a mais importante de nossa vida a influenciar as informações que alguém recebe. Os recursos da moderna propaganda estão sendo usados à exaustão nesta campanha para explorar as descobertas mais recentes da neurociência, que já definiu que o eleitor vota mais com a emoção do que com a razão.

  • Convicções

    O Globo, em 13/09/2014

    Embora os ativistas da campanha da presidente Dilma tenham querido transformar os números da pesquisa Ibope divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em uma demonstração de que a adversária Marina Silva está sendo deixada para trás na corrida presidencial, eles são semelhantes aos números prévios de pesquisa do Banco Central que mostrou um crescimento mais forte do PIB no mês de julho: a tendência não é o PIB se recuperar no segundo semestre, assim como a disputa presidencial está no mesmo ponto em que começou a semana, com um empate técnico das duas candidatas, embora a tendência seja favorável a Dilma neste momento da campanha.

  • Disputa acirrada

    O Globo, em 11/09/2014

    Depois de passar os últimos dias sob bombardeio permanente não apenas da presidente Dilma, mas também do candidato do PSDB Aécio Neves, a candidata do PSB Marina Silva mostrou a consistência de sua candidatura. Ao manter estabilizada sua situação na disputa, mesmo com um viés de alta para a presidente, Marina demonstra que continua sendo a opção dos que pretendem tirar o PT do governo.

  • Palpos de aranha

    O Globo, em 10/09/2014

    As duas candidatas que disputam a liderança da corrida presidencial estão em palpos de aranha com os problemas internos de suas campanhas. Marina não tem como explicar a contabilidade do PSB anterior à sua assunção como candidata, mas também não pode lavar as mãos como se nada tivesse com isso.

  • Delenda Marina

    O Globo, em 09/09/2014

    Se fosse possível definir em uma frase esta etapa da campanha eleitoral para a Presidência da República, ela seria uma adaptação da famosa frase de Catão “Delenda Cartago”, instando que a cidade de Cartago, que disputava com Roma a liderança política e econômica da época, fosse destruída.

  • O fato novo

    O Globo, em 07/09/2014

    Não podia ter chegado em pior momento para presidente Dilma a bomba sobre o esquema de corrupção de políticos montados na Petrobras durante oito anos em governos petistas. A presidente esboçava uma reação para resistir à investida de Marina, e agora está novamente travada pelos fatos.   Marina tem no episódio a prova material de que a “velha política” transformou o Congresso em um balcão de negócios, mas a confirmação de suas denúncias veio junto com a inclusão do ex-governador Eduardo Campos na lista dos beneficiários das negociações do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.

  • Velha política em xeque

    O Globo, em 06/09/2014

    O que na verdade vai movimentar a campanha presidencial nos próximos dias, podendo até mesmo definir as reais possibilidades competitivas da presidente Dilma, é o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, que já começou a denunciar deputados, senadores e governadores que estavam no esquema de corrupção na estatal dominada pelos interesses políticos do PT.

  • Polarizações regionais

    O Globo, em 05/09/2014

    Pesquisas do Datafolha em seis estados e no Distrito Federal ajudam a entender melhor as razões por que os três principais candidatos à Presidência da República se encontram na situação atual de empate técnico entre a presidente Dilma Rousseff e a candidata do PSB, Marina Silva, deslocando para o terceiro lugar o candidato tucano, Aécio Neves.

  • A resiliência de Dilma

    O Globo, em 04/09/2014

    Enfim, uma série de notícias boas para a presidente Dilma, apesar de as pesquisas continuarem mostrando uma tendência a que seja derrotada no segundo turno por Marina Silva. Até mesmo nesse caso, porém, a distância dela para sua principal competidora está sendo reduzida, uma conseqüência da melhora da avaliação de seu governo.

  • Vale tudo

    O Globo, em 03/09/2014

    Na nossa história política recente não houve presidente que tenha sido eleito com maioria parlamentar, mesmo Fernando Henrique em 1994, que fez uma coalizão com o então PFL já na campanha eleitoral. Em 2003, eleito presidente, Lula poderia ter feito uma coligação para governar com o PMDB, mas rejeitou a aproximação depois que seu chefe do Gabinete Civil José Dirceu fizera os entendimentos partidários, e acabou se entregando ao mensalão para montar sua base aliada no Congresso.

  • Nova polarização

    O Globo, em 02/09/2014

    A candidata Marina Silva atravessa talvez o melhor momento de sua campanha, apesar de ter passado a ser o alvo dos adversários. Acontece que é muito difícil atacá-la por seus supostos defeitos, como tomar decisões com base na religião, e ela pode prometer tudo, como qualquer candidato de oposição faz. O fato de estar em ascensão nas pesquisas permite a Marina posar de vítima quando lhe interessa, e partir para o ataque quando e como quiser.