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Artigos

  • E agora?

    O Globo, em 16/04/2016

    É preciso unir o Brasil acima dos partidos e das torcidas inflamadas, assumindo responsabilidade pelas decisões a tomar.

  • Se correr e se ficar

    O Globo, em 16/04/2016

    A divisão do país provocou nas torcidas organizadas dos dois times um clima de ódio que transformou adversários políticos em inimigos e, pior, amigos em desafetos.

  • Manobras

    O Globo, em 16/04/2016

    O Supremo Tribunal Federal (STF), na reunião extraordinária que entrou pela madrugada de ontem, assumiu uma postura classificada pelo ministro Luis Roberto Barroso como “deferente” às decisões do Congresso, tendo negado todos os recursos apresentados pela Advocacia-Geral da União e por membros de partidos governistas.

  • Suprema cautela

    O Globo, em 15/04/2016

    O Supremo Tribunal Federal (STF) passou ontem três horas debatendo a ordem pela qual os deputados votarão o impeachment da presidente Dilma, questão que deveria ter sido resolvida pela interpretação do regimento interno da Câmara por quem de direito, sua direção.

  • Nos limites da estabilidade política

    Jornal do Commércio (RJ), em 15/04/2016

    Não temos, na nossa história política, momento como o de agora, em que chegamos aos extremos do risco da desestabilização. Ao mesmo tempo, toda essa tensão se mantém, ainda, dentro do jogo das instituições e da democracia, a salientar a nossa maturidade política. De saída, deparamos o contraponto entre o impeachment da president e o contra-impeachment do vice, de par com a abertura de inquérito, pela Procuradoria-Geral da República, contra Dilma.

  • A caminho da definição

    O Globo, em 14/04/2016

    Não há a menor necessidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para definir o rito do processo do impeachment no Senado, pois ele já foi decidido anteriormente. Entre o recebimento da autorização da Câmara para o processo de impeachment, até a votação da comissão especial no Senado, o máximo previsto é de cerca de 15 dias úteis.

  • Ninguém merece

    O Globo, em 13/04/2016

    As alternativas não são animadoras: Dilma permanecer com seus malfeitos ou Michel Temer tornar-se presidente e Eduardo Cunha virar vice.

  • O efeito manada

    O Globo, em 13/04/2016

    O que mais o governo temia está acontecendo: o efeito manada está levando partidos inteiros para o impeachment, tornando inúteis os ministérios, as diretorias, todas as miçangas que o cacique Lula está oferecendo em cena aberta em Brasília.

  • Serpa ganha prêmio de cultura

    Diário da Manhã (GO), em 13/04/2016

    O nosso conhecimento tem quase 50 anos. Começou no Conselho Estadual de Educação do Rio de Janeiro, quando convivíamos com figuras notáveis, como Edília Coelho Garcia, podre Leme Lopes, Terezinha Saraiva, Edgard Flexa Ribeiro, e outros mais. 

  • O impeachment avança

    O Globo, em 12/04/2016

    A mancada do vice Michel Temer, deixando vazar um discurso que preparara para a noite de domingo próximo caso o impeachment seja aprovado no plenário da Câmara, não teve conseqüência nenhuma na votação de ontem na comissão, que deu uma vitória folgada à oposição, e provavelmente não terá influência na decisão final dos partidos.

  • Mudar para ser o mesmo

    Folha de São Paulo (RJ), em 10/04/2016

    O título desta crônica é uma citação do romance de Lampedusa, "Il Gattopardo", que teve brilhante adaptação para o cinema feita por Luchino Visconti, com um elenco internacional e, como pano de fundo, o plebiscito que anexou a Sicília ao Estado que Garibaldi estava unificando e criando: um novo país que seria a Itália que hoje conhecemos.

  • Para inglês ver

    Folha de São Paulo, em 10/04/2016

    O país está assistindo, nestes últimos meses, a uma inacreditável farsa, cujos personagens principais são o ex-presidente Lula, a presidente Dilma Rousseff, os dirigentes do PT e seus representantes no Congresso Nacional.

  • Lula tenta se reinventar

    O Globo, em 10/04/2016

    Lula não está morto, está mais vivo do que nunca. Quem avisa é o próprio ex-presidente, para não deixar morrer a lenda de que é um negociador político insuperável. Joga com a expectativa de poder que ainda pode exalar para tentar reverter os votos contra a presidente Dilma na batalha do impeachment no plenário da Câmara.

  • Diálogo impossível

    O Globo, em 09/04/2016

    A presidente Dilma, cada vez mais acuada pelos fatos, é uma guerrilheira da retórica quando está em comícios fechados com sua claque, e uma estadista quando em cerimônias públicas. No palanque, especialmente no Palácio do Planalto, que transformou em seu escritório eleitoral, onde apenas petistas e assemelhados são permitidos, Dilma, além da confusão verbal que lhe é característica, chama de golpistas os adversários políticos e abusa da luta política para tentar marcar a narrativa que sustenta hoje o PT.

  • Questão de (des)ordem

    O Globo, em 09/04/2016

    De nada adiantou adotar medidas de segurança para evitar a entrada de manifestantes na Câmara, se a fonte da agitação estava lá dentro, com os representantes do povo.